Ultimamente eu tenho percebido que o sal já não salga como antigamente. E não sou a única a notar isso. O motivo pode ser o processo de refinamento pelo qual o sal passa.
O refinamento industrial do sal retira todos os elementos químicos (ao todo são 84 elementos traço), dentre eles, o iodo natural (das algas marinhas), enxofre, bromo, magnésio, flúor e cálcio, deixando apenas o Cloreto de Sódio (o famoso “sal de cozinha”), ao qual se adiciona Iodo na forma de Iodato de Potássio, que é obrigatório por lei para evitar problemas com a tireóide, e mais uma série de aditivos químicos que tornam o sal branco, brilhante e soltinho, como agrada a dona de casa, porém, sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos.
O sal marinho, também conhecido como “sal grosso”, é aquele extraído através da evaporação da água do mar, e não passa por esse processo de refinamento, portanto, tem o poder de salgar mais.
Diante disso, aconselha-se, então, o uso em pequenas quantidades do sal marinho. Pois, além do iodo existente nele ser biologicamente melhor assimilado e distribuído no organismo, a utilização desse sal traz maiores benefícios à saúde, é importante para a manutenção do metabolismo; equilibra o sistema de defesa e contribui para o bom funcionamento da glândula tireóide.
Fontes: http://www.portalverde.com.br/alimentacao/perigos/salmarinhoXrefinado.htm
Mais curiosidades sobre o sal: http://www.viaki.com/home/saude/sal.php


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